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sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Console de vídeo Game feito por fãs promete rodar jogos de 28 aparelhos diferentes

Sistema orgulha-se de emular diversas plataformas clássicas com versatilidade

Batizado de RetroEngine Sigma, um novo console feito por fãs e financiado através de uma campanha no Kickstarter promete rodar games de 28 plataformas clássicas.

O aparelho, idealizado por uma equipe chamada Doyodo Team, tem compatibilidade com arquivos de jogo de sistemas como Super Nintendo, PlayStation, Game Boy, MSX, Master System e até Atari Lynx.

Apesar da campanha de Kickstarter ter pedido por US$ 20 mil para tornar o projeto realidade, usuários interessados investiram mais de US$ 200 mil. A promessa da equipe de desenvolvimento é começar a entregar unidades do aparelho a partir da segunda metade de 2017.

O RetroEngine Sigma virá com duas portas USB para controles com ou sem fio, além de compatibilidade com um app de celular que permitirá manipular os arquivos dentro do sistema.
Mais detalhes sobre o sistema podem ser vistos em sua página de campanha no Kickstarter.

Fonte: Uol jogos

FBI revela arquivos secretos sobre Nikola Tesla e seu “raio da morte”


Recentemente, o FBI tornou público os arquivos relacionados a Nikola Tesla, 73 anos depois da morte do brilhante cientista sérvio.
Hoje, o governo norte-americano reconhece, por fim, a tentativa de se apoderar do projeto do “raio da morte” de Nicola Tesla.

Tesla morreu em um hotel de Nova York em 1943. Nos dias que seguiram à sua morte, a Inteligência norte-americana apreendeu de seu domicílio dois caminhões lotados com seus pertences.

Os serviços militares estavam particularmente interessados nas pesquisas relacionadas ao “raio da morte”, um sofisticado artefato que, em teoria, poderia enviar um fluxo de energia a distâncias de até 400 mil quilômetros.

 Nos arquivos abertos, o interesse especial do FBI foi pelos experimentos do pesquisador com raios globulares, também conhecidos como esferas luminosas. Além disso, foram reveladas as tentativas governamentais de deter os familiares do cientista para evitar que reivindicassem os documentos.


O governo dos EUA estava preocupado por Tesla ser um cidadão naturalizado e, assim, o governo sérvio poderia pedir a extradição de seus pertences. Em uma carta enviada ao primeiro diretor do FBI, John Edgar Hoover, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos ressalta a importância vital de impedir que qualquer material relacionado ao “raio da morte” chegue aos soviéticos.

Fonte: Conexão Alien

Astronauta russo é o primeiro a Viajar no Tempo


O cosmonauta russo Sergei Krikalev, um dos maiores veteranos do espaço.
 Viagem no tempo é um fato ou é apenas ficção científica? Graças a dilatação do tempo e da teoria da relatividade de Einstein, sabemos que pode viajar no tempo é realmente possível. Se você somar o tempo e velocidade acumulada que o astronauta Sergei Krivalev viajou no espaço – mais do que qualquer ser humano com um tempo total gasto em órbita de 803 dias 9 horas e 39 minutos – ele realmente viajou no tempo para 0,02 segundos no futuro.

Esse fato foi comprovado graças á um relógio atômico que foi dado ao astronauta sincronizado com outro relógio que ficou aqui na terra, e quando retornou os marcadores não batiam, tendo 0,02 segundo de antecipação comparado ou que ficou na terra. Isso torna Sergei Krivalev o primeiro homem que viajou no tempo cientificamente comprovado, como conta o site Universe Today.


Tempo de dilatação é causado pelas diferenças na gravidade ou velocidade relativa – cada um dos quais afeta o tempo de maneiras diferentes. Quando os astronautas e satélites orbitam a Terra, eles estão muito mais longe do centro do planeta comparada com a de pessoas na terra – e assim eles sofrem menos dilatação do tempo gravitacional. Isso significa que o tempo dos astronautas irá correr um pouco mais rápido, e quando eles retornam para a Terra, eles teriam que “voltar” ao passado em comparação com quando eles estavam no espaço.
Mas a dilatação do tempo, devido à velocidade significa que os relógios para os astronautas no espaço andam um pouco mais lento em relação às pessoas que estão na terra. Quando você voltar para a Terra, você terá ido para o futuro.
O efeito da dilatação do tempo devido à gravidade, no entanto, “é muito pequeno porque a gravidade da Terra é bastante fraca”, diz o professor Colin Stuart  “e assim a dilatação do tempo devido à sua velocidade é pouco relevante, fazendo com que por mais que os astronautas quisessem ficar no espaço, não seria muito animador”. 

Mas com a nossa tecnologia atual limitando as velocidades dos astronautas, essas diferenças são minúsculas: após 6 meses na ISS, um astronauta envelheceu menos do que aqueles que estavam na Terra, mas apenas por cerca de 0,007 segundos. Os efeitos seriam maiores se pudéssemos manter a ISS em órbita da Terra perto da velocidade da luz (cerca de 300.000 km / s), em vez da velocidade real de cerca de 7,7 km / s.
Este efeito foi comprovado por satélites GPS, que a Terra órbita a cerca de 14.000 km / h (9,000 mph) que corta vários microssegundos de seus relógios diariamente, em relação aos relógios na Terra.

Fonte: Conexão Alien

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Seria um Alienígena mumificado encontrado no Peru?


Assistam a estes dois vídeos interessantes do Youtube. Ao que parece se tratar de uma múmia Alienígena e que foram feitas investigações com uma máquina de Raio-X e foi confirmada ser realmente de uma entidade extraterrestre, será? Mais informações serão reveladas a respeito desta descoberta ...
Aqui está a descrição de um dos vídeos:
  • TV Interwiew mostra um humanoide alienígena ou Entidade Biológica Extraterrestre (EBE) encontrado no sul do Peru. O corpo é de cor cinzenta, tamanho 21 cm. com crânio alongada, costelas planas e três dedos em cada mão e pé.




  Fonte: 7tales
 

Segredo do Universo pode estar em outro Universo


Relógios primordiais podem mostrar como o Universo começou.[Imagem: Yi Wang/Xingang Chen]
Reação triplo-alfa
Se as teorias científicas estivessem todas corretas e, sobretudo, completas, a sua existência e a de todo o Universo teriam como base fundamental um trio improvável - uma reação delicada dentro das estrelas, chamada de processo triplo-alfa, responsável pela criação do elemento carbono.
Agora, essa mesma reação está sendo usada para dar sustentação à hipótese que exista um multiverso - múltiplos universos, cada qual com suas próprias leis físicas, quase certamente diferentes das leis físicas do nosso.


É que, em uma realidade onde haja múltiplos universos, a reação triplo-alfa não parece mais tão improvável. E, como estamos aqui, e todo o nosso Universo é dado por suposto, então existimos graças à realização de uma probabilidade exequível - ao menos, tão provável quanto qualquer outra.
Além disso, Fred Adams e Evan Grohs, da Universidade de Michigan, nos EUA, argumentam que as estrelas em outros universos podem ter formas alternativas de produzir carbono, o que abre a perspectiva de que a vida como a conhecemos - baseada em carbono - exista em múltiplos universos.


Partículas alfa
O processo triplo-alfa tem esse nome por causa dos três núcleos de hélio envolvidos, que também são conhecidos como partículas alfa. Quando o Universo se formou, diz a teoria, ele consistia basicamente de hidrogênio e hélio, os elementos mais leves e mais simples da tabela periódica. Os elementos mais pesados devem ter sido forjados pelas primeiras estrelas por meio da fusão dos núcleos mais leves.


Há apenas um problema com este modelo limpo e bem arrumado. Funda duas partículas alfa e você terá um núcleo de quatro prótons e quatro nêutrons, ou seja, berílio-8, um isótopo do quarto elemento na tabela periódica - é isso que "prova" que havia condições no universo primordial para que os demais elementos da tabela periódica tenham vindo à existência, cada um por sua vez, em uma cascata de fusões atômicas.


Ocorre que o berílio-8 é altamente instável e decai em duas partículas alfa em uma fração de segundo. Isso significa que não há muito dele no nosso Universo. "O degrau essencial para os elementos maiores não está presente [no modelo]," reforça Fred Adams.
Ou seja, não é assim que se constrói um Universo.


Já foram sugeridas pelo menos quatro maneiras para observar o multiverso. E, aqui no nosso, as fronteiras entre os múltiplos universos podem explicar a emergência da física quântica e de todas as suas esquisitices. [Imagem: S. J. Weber et al./Nature]

Universo ajustado para a vida
Na década de 1950, o astrônomo Fred Hoyle encontrou uma solução para a inexequibilidade do Universo baseado no processo triplo-alfa. Ele argumentou que a abundância de carbono no Universo deve ser o resultado de uma coincidência entre os níveis de energia das partículas alfa e do carbono-12.


Hoyle argumentou que, como a energia das três partículas alfa cria carbono-12 com mais energia do que ele necessita, essa energia extra deve ser igual a um estado energizado do carbono-12, permitindo que ele se desintegre até seu estado fundamental e permaneça estável. Esta assim chamada "ressonância" entre os valores de energia tornaria então possível formar carbono fundindo três partículas alfa.


Experimentos provaram que Hoyle estava certo, mas a ressonância introduziu seu próprio problema. Ela ocorre em um valor muito particular - 7,644 megaeletronvolts (MeV), e os cálculos mostram que a reação triplo-alfa é muito sensível a esse valor. Deixe-a variar em 0,1 MeV e a reação será lenta demais, produzindo menos carbono do que há no Universo, enquanto uma mudança de mais de 0,3 MeV vai parar completamente a produção de carbono.


É neste senão que os físicos se baseiam para dizer que nosso Universo "foi ajustado para vida". Essa ressonância poderia ter ocorrido em uma variedade de energias, e o fato de que ela teria acontecido no ponto exato que precisávamos para a nossa existência nos torna surpreendentemente sortudos.


As chances de que isso aconteça ao acaso são muito baixas, e alguns argumentam que a única maneira de explicar isso é se o nosso Universo for apenas um dentre muitos outros membros de um multiverso. Nesse caso, cada universo poderia ter valores ligeiramente diferentes para as constantes fundamentais da física e a vida só surgirá em universos "adequados", o que significa que não devemos nos surpreender de nos encontrarmos em um desses.


Outros físicos têm propostas diferentes para explicar a origem do Universo, baseando-se no tempo. [Imagem: Henze/NASA]
Como projetar um universo
Mas agora Adams e Grohs estão argumentando que, se outros universos têm constantes fundamentais com qualquer diferença, é possível criar um universo no qual o berílio-8 seja estável, voltando tudo ao início e tornando assim fácil a formação de carbono e dos elementos mais pesados, eliminando a necessidade da ressonância de Hoyle.


Para que isso aconteça, seria necessário uma mudança na energia de ligação do berílio-8 de menos de 0,1 MeV - algo que os cálculos da dupla mostram que pode ser possível alterando ligeiramente o valor da força forte, que é responsável pela união dos núcleos atômicos.


Simulando como as estrelas podem queimar em tal Universo, eles descobriram que o berílio-8 estável iria produzir uma abundância de carbono, significando que a vida como a conhecemos poderia emergir. "Há muitos mais universos em funcionamento do que as pessoas se dão conta," propõe Adams.


A dupla defende que seria muito mais lógica a existência do nosso Universo - e de todos os demais no multiverso - com estrelas capazes de fabricar constantemente elementos ao longo de toda a tabela periódica, sem ter que recorrer ao processo triplo-alfa. "Nós tendemos a pensar não apenas no nosso Universo afinado para nós, também pensamos que este é o melhor universo que se poderia projetar. De certa forma, nós projetamos um universo melhor," diz Adams sem nenhuma modéstia.


Fonte: Inovação Tecnológica

Transistores especiais podem funcionar anos sem bateria

"Se formos usar a energia de uma pilha AA típica com base neste projeto, ela poderia durar por um bilhão de anos," escrevem os dois engenheiros em seu artigo.[Imagem: Sungsik Lee/Arokia Nathan/Cambridge]

Transistor de baixo consumo
Um novo design de transistores que operam com energia reciclada do seu próprio funcionamento pode se tornar o elemento fundamental de aparelhos que funcionem por meses, ou até anos, sem baterias, e que poderiam ser usados para eletrônicos portáveis, de vestir, implantáveis ou para a Internet das Coisas.

Conforme cada transístor capturar do ambiente uma parte da energia que precisa para funcionar, o aparelho como um todo tem uma redução drástica no consumo de energia.

Usando um princípio semelhante a um computador em modo suspenso, o novo transístor funciona usando um pequeno "vazamento" de corrente elétrica, conhecido como "corrente de estado próximo do desligamento", que hoje se transforma em calor.

Esse vazamento, como a água pingando de uma torneira com defeito, é uma característica de todos os transistores, onde também é visto como um defeito - esta é a primeira vez que ele foi efetivamente capturado e usado funcionalmente.

Essa reciclagem de energia abre novas possibilidades para o projeto de aparelhos para a Internet das Coisas, como sensores pequenos demais para acomodar baterias grandes.

Aproveitando a barreira Schottky
Os novos transistores recicladores de corrente de fuga podem ser produzidos a baixas temperaturas por impressão, usando praticamente qualquer material como base, de vidro e plástico até poliéster e papel.

Eles são baseados em uma arquitetura que tira proveito de uma característica não desejável para o projeto usual dos transistores, um ponto de contato entre o metal e o semicondutor de um transístor conhecido como "barreira Schottky".

"Nós estamos desafiando a percepção convencional de como um transístor deve ser", disse o professor Arokia Nathan, da Universidade de Cambridge, no Reino Unido.

"Nós descobrimos que essas barreiras Schottky, que a maioria dos engenheiros tenta evitar, na verdade têm as características ideais para o tipo de aplicações de energia ultrabaixa que estamos visando, como os eletrônicos de vestir ou implantáveis para monitoramento da saúde," concluiu

Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Trânsito na China é interrompido após avistamento de ‘UFO’


O surgimento de um aparente objeto voador não identificado (óvni/UFO), durante o dia, em uma rodovia da cidade chinesa de Guangzhou, impressionou os habitantes do município. Intrigados com a presença da misteriosa estrutura, chineses que trafegavam pela rodovia abandonaram os veículos e começaram a registrar o evento com os aparelhos celulares.

De acordo com informações do jornal britânico Express, edição de quinta-feira (6), o suposto disco voador exibido no Youtube foi captado por meio de uma câmera acoplada a um veículo. Na filmagem, é possível observar dezenas de carros abandonados e pessoas eufóricas com os celulares apontados na direção do emblemático objeto. Embora a gravação só tenha sido divulgada ao mundo nesta quarta-feira (5), o episódio teria acontecido em abril de 2016, segundo declarações do jornalista Jon Austin (Express).

De acordo com o ‘caçador de óvnis Scott C. Waring, responsável por exibir as imagens na internet, o intrigante UFO captado na China apresenta movimento semelhante aos objetos filmados ao redor do planeta. “O disco está a rodar enquanto se move como muitos óvnis têm sido relatados para fazer [o mesmo movimento]”, comenta.
Apesar de Waring crer na autenticidade da filmagem, o fato de somente ele ter exposto o vídeo do acontecimento na web suscita desconfiança entre os internautas.

Eles alegam que se a gravação fosse verdadeira deveriam existir diversas outros registros, afinal a cena foi testemunhada por dezenas de indivíduos que aparentavam filmar o UFO.
“É engraçado, considerando que tantas pessoas estavam gravando, que esta seja a única fonte do vídeo no YouTube”, escreve o usuário Maverick.
Outras pessoas também insinuaram a possibilidade do hipotético registro do óvni ser parte de alguma peça publicitária. “Parece parte de um comercial – as pessoas estão apontando seus telefones em todo o lugar”, avalia o sujeito identificado pelo apelido DVAFP.

Fonte: Conexão Alien

Suposto OVNI gigantesco, com quatro braços, passa novamente próximo ao Sol


Ovniólogos acreditam que estas imagens mostram mais uma evidência da presença alienígena, e que a NASA está tentando ocultá-la. Caçadores de OVNIs encontraram algo que se parece com uma gigantesca nave, passando pela parte interior do nosso sistema solar, em imagens obtidas pelas câmeras do Solar and Heliospheric Observatory (SOHO) em 11 de setembro de 2016.

De acordo com eles, esta não foi a primeira vez que o OVNI apareceu próximo do ponto de equilíbrio gravitacional L1, entre a Terra e o Sol.  As câmeras do SOHO capturaram voos similares em 2011, 2012 e 2016.
O satélite SOHO – gerenciado pela NASA em conjunto com a Agência Espacial Europeia (ESA) – está ‘estacionado’ no ponto L1, de onde transmite para a Terra dados em tempo quase real sobre a atividade solar, ajudando a fazer previsões do ‘clima’ espacial.
O OVNI, que pode ser visto numa imagem capturada pela câmera LASCO C2, possui múltiplos braços longos, que poderiam ser antenas de comunicação, de acordo com ovniólogos.
O misterioso objeto espacial é muito similar ao satélite russo Sputnik 1, que foi o primeiro satélite artificial da Terra.
A imagem do SOHO que mostra o suposto misterioso OVNI foi publicada no YouTube em 12 de setembro de 2016, por ambos, Streetcap1 e UFOvni2012.
“Por que a NASA continuamente libera estas fotos sem quaisquer explicações sobre as anomalias?”
O vídeo abaixo mostra o mesmo OVNI, capturado pela LASCO C2 do SOHO, passando pela parte interior do sistema solar, próximo ao Sol, em 27 de novembro de 2011 e 4 de abril de 2012 (na marca de 1:42).

"[A imagem] mostra apêndices projetando a partir do objeto principal.  Todos os quatro braços são sólidos, não são rastros.”
Ovniólogos têm debatido sobre o porquê do OVNI ter aparecido repetidas vezes próximo ao Sol nas imagens do SOHO.  Alguns entusiastas sugerem que a nave alienígena segue uma rota interestelar fixada, a qual os leva a passar próximo ao Sol regularmente.  De acordo com os caçadores de OVNIs que  mantêm uma vigia constante nas imagens do SOHO, as quais são disponibilizadas regularmente pelo site Helioviewer da NASA, há evidências de que uma ‘rodovia’ passa pela parte interior do nosso sistema solar.  Nosso Sol parece ser um local de parada popular para naves interestelares…
O The Inquisitr reportou em março deste ano que Streetcap1 alegou ter encontrado o mesmo enorme OVNI em duas das imagens do SOHO que foram obtidas em 14 de março de 2016.
A primeira imagem foi capturada pela câmera LASCO C2 do SOHO, e a segunda algumas horas mais tarde pela LASCO C3, também do SOHO.

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Streetcap1 e seus colegas desafiaram a NASA para dar uma explicação sobre o misterioso objeto, argumentando que a recorrência da mesma estrutura em duas imagens tiradas no mesmo dia, por diferentes câmeras SOHO, provam que o objeto não se trata de um artefato digital da imagem.
“Estas são naves passando em frente da câmera do satélite SOHO da ESA/NASA, de forma regular no ponto L1.”
De acordo com estes caçadores de OVNIs, a NASA tem se recusado a comentar sobre as repetidas aparições de OVNIs nas imagens do satélite SOHO.
Veja abaixo outros vídeos mostrando o fenômeno:




Fonte: Conexão Alien

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Cientistas confirmam que punhal de Tutancâmon é extraterrestre




De acordo com uma equipe científica, a lâmina de um dos punhais encontrados no túmulo do rei Tutancâmon tem origem extraterrestre.
A conclusão é de uma equipe de pesquisadores italianos e egípcios, que publicaram um artigo detalhado na revista Meteoritics & Planetary Science, em que afirmam que um dos punhais encontrados no túmulo do jovem faraó contém uma folha de ferro que é de procedência extraterrestre. A origem deste material é tema de debate desde a descoberta da tumba do Rei Tut por Howard Cater, em 1922, já que os egípcios não fabricavam ferro. Desde então, pipocam teorias sobre uma procedência alienígena do ferro do punhal, mas nunca uma análise conclusiva pode ser feita até agora.
O novo estudo, no entanto, parece mudar esse cenário. As análises realizadas em duas áreas do punhal — exposto no Museu Egípcio do Cairo — mostraram uma elevada percentagem de níquel (11%), apenas compatível com o ferro de meteoritos. Os traços de cobalto no metal confirmam a hipótese, segundo os pesquisadores. Para o estudo foram usadas técnicas de análise com fluorescência e raios-x e tudo foi feito sem que o punhal fosse retirado do museu para evitar danos.

Mais impressionante ainda é que os estudiosos acreditam saber qual foi o meteorito que deu origem ao ferro do punhal do faraó. Eles comparam amostras de todos os 20 meteoritos de ferro conhecidos na região e concluíram que a folha do objeto de Tutancâmon veio de uma pedra chamada Kharga, localizada há 16 anos no porto de Mersa Matruh, a 240 quilômetros a oeste de Alexandria.
Vale recordar que os antigos egípcios consideravam o ferro um metal supremo, inclusive superior ao ouro, provavelmente porque era escasso, ao não dispor de minas para sua extração nem tecnologias para seu tratamento.

Fonte: Conexão Alien

Escavação revela animais híbridos em cemitério celta


Vacas com patas e mandíbulas de cavalo, ovelha com a cabeça de um touro na traseira, cavalo com chifre de vaca, entre outras bizarrices, foram encontradas no sítio arqueológico.

Em um sítio arqueológico da Idade do Ferro, foram encontradas várias sepulturas de animais híbridos, criados com o objetivo de dar forma a seres da mitologia celta.
Entre os achados estão uma vaca com as patas cortadas para serem substituídas pelas de um cavalo; um crânio, também de vaca, cuja mandíbula inferior foi substituída pela de um cavalo; uma ovelha com duas cabeças (a sua e a de um touro, colocada na parte traseira); e um cavalo com um chifre de vaca enxertado na testa.

Essas espécies de enterros ritualísticos, em abundância no sítio arqueológico, revelaram indícios sobre como teriam operado os sistemas de crença durante a Idade do Ferro na Europa Ocidental. Acredita-se que sacrifícios como esses foram realizados até final do século I a.C., antes de o local ser abandonado em definitivo.
Os pesquisadores afirmam que essa cidade tenha sido formada por 200 casas e que teria florescido cultural e economicamente entre 100 e 10 a.C., quando foram lavrados metais como o ferro, o chumbo ou o cobre.  Enquanto isso, os enterros híbridos mostram que os antigos bretões tiveram um sistema de crença bastante parecido com o dos gregos antigos.



Fonte: Conexão alien

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Estrutura possivelmente artificial é encontrada no continente Antártico

Novamente o continente Antártico entra na pauta da discussão com a descoberta de uma estrutura que pode ter sido construída por uma civilização do passado distante:

E se, no passado distante, quando a Terra era muito diferente do que é hoje, uma civilização antiga se desenvolveu na Antártica, criando fascinantes estruturas, monumentos e templos?  Encontraríamos evidências de sua existência hoje?

Curiosamente, há um número de mapas da antiguidade que mostram partes da Antártica como sendo livres de gelo. Um dos mapas mais controversos foi feito em 1513, pelo Almirante turco Piri Reis, o qual desenhou um mapa que criou um debate que se estende por mais de 500 anos. O mapa mostra a Antártica, continente este que oficialmente só foi descoberto entre 1818 e 1820. Mas como isto seria possível?

Tem se tornado crença popular que civilizações antigas por todo o globo eram na verdade muito mais avançadas do que os pesquisadores de ‘tendência predominante’ dizem.  Numerosos mapas descobertos no passado são claras indicações de que a história contada hoje pelos estudiosos está incompleta, e há vários elos perdidos em nossa história. Estes ‘elos perdidos’ estão sendo ‘montados’ por estes incríveis mapas, os quais provam que a raça humana habitou o nosso planeta há muito mais tempo do que esses estudiosos acreditam.  Talvez esses mapas antigos, em combinação com imagens modernas de satélite do nosso planeta, sejam evidências de que a civilização poderia ter se desenvolvido nos lugares mais inóspitos da Terra, num passado distante.

De acordo com os numerosos indicadores, tais estruturas já foram identificadas em anos recentes. Imagens de satélite do continente Antártico revelou várias ‘estruturas’ que estão espalhadas pelo continente gelado.
Embora muitas delas possam ser explicadas como sendo formações geológicas naturais, algumas dessas descobertas questionam tudo que sabemos sobre a Antártica.

Se essas estruturas são ou não feitas pelo homem, e são evidências de civilizações perdidas que habitavam a Antártica, é difícil de dizer, e improváveis, de acordo com estudiosos de ‘tendência predominante’.   Contudo, há várias descobertas que apontam em outra direção, sugerindo que precisamos olhar à essas coisas a partir de uma perspectiva diferente.

Em 2012, uma imagem de satélite da Antártica mostrou uma estranha formação oval em um dos lugares mais remotos do planeta. Estando a milhares de quilômetros de nossa sociedade, a estranha estrutura de formato oval levanta vários questionamentos entre os especialistas.
Com 120 metros de comprimento, os especialistas que analisaram a imagem perguntam se ela poderia ter sido o resultado da mãe natureza. O formato anormal da estrutura sugere que tenha sido feita pelo homem.
Observando a imagem, imediatamente notamos os anéis da estrutura, os quais lembra uma estrutura em ruínas, como se estivéssemos olhando para paredes que foram destruídas, ruínas em colapso que foram cobertas por neve e gelo. A imagem obtida em 2012 claramente lembra algo que pode ter facilmente sido projetado por alguém.

Mas projetado por quem?  A estrutura está localizada no meio da Antártica, um dos lugares mais inóspitos do nosso planeta, um dos mais remotos e intocados da Terra.
Embora a estrutura possa ter sido feita pelo homem, especialistas consideraram uma explicação natural; uma bizarra formação de gelo criada pelas temperaturas baixas e ventos catabáticos. Eles acreditam que possam ser sastrugis – sulcos irregulares formados na neve da superfície por erosão do vento, ou seja, dunas de gelo e neve.

Contudo, sastrugis correm paralelos à direção do vento e não tendem a ter estruturas com formatos ovalados.

Fonte: OVNIHoje

Quase Matrix: Jogar usando apenas o cérebro

"Nós estamos essencialmente tentando dar aos seres humanos um sexto sentido."
[Imagem: University of Washington]
Matrix na realidade
Pesquisadores da Universidade de Washington, nos EUA, fizeram a primeira demonstração de um jogo de computador no qual os jogadores usam apenas o cérebro.

Os jogadores recebem as informações do jogo por meio de uma técnica chamada estimulação cerebral direta - sem depender de quaisquer sinais sensoriais usuais da visão, audição ou toque.
O conceito geral é similar ao da série Matrix, onde os humanos conectam seu cérebro diretamente em um mundo virtual que máquinas conscientes projetaram para escravizar a humanidade.

A diferença é que não é preciso instalar um plugue na nuca do voluntário - e, ao menos por enquanto, em vez de algo que possa ser chamado de realidade virtual, está um jogo 2D bastante simples.

Cérebro cria realidade
Os voluntários tinham que navegar por 21 labirintos diferentes, com duas opções de movimento - para frente ou para baixo -, com base apenas em se eles sentiam ou não um artefato de estimulação visual chamado fosfeno, que era percebido como bolhas ou barras de luz.
Para sinalizar para qual direção se mover, os pesquisadores geravam os fosfenos através da estimulação magnética transcraniana, uma técnica bem conhecida que usa uma bobina magnética colocada perto do crânio para estimular diretamente - mas de forma não invasiva - uma área específica do cérebro.

Não é preciso instalar um plugue na nuca do voluntário, como em Matrix, mas o aparelho é grande e volumoso. [Imagem: Darby M. Losey et al. - 10.3389/frobt.2016.00072]
"A questão fundamental que queríamos responder era: o cérebro pode fazer uso de informações artificiais que ele nunca viu antes, que sejam entregues diretamente, para navegar em um mundo virtual ou fazer tarefas úteis sem outra entrada sensorial? E a resposta é sim," disse Rajesh Rao, coordenador do experimento. "Hoje a realidade virtual é feita através de monitores, fones de ouvido e óculos, mas, em última análise, é o seu cérebro que cria sua realidade."

Os cinco voluntários fizeram os movimentos corretos nos labirintos em 92% do tempo depois de receber a sinalização via estimulação cerebral direta, em comparação com 15% quando eles não tinham essa orientação.

Sexto sentido
O experimento usa informações binárias - se um fosfeno está presente ou não - para permitir que os jogadores saibam se há um obstáculo à frente deles no labirinto. No mundo real, mesmo esse tipo de entrada simples poderia ajudar pessoas cegas ou deficientes visuais a andar de forma autônoma.
Teoricamente, uma variedade de sensores instalados no corpo de uma pessoa - câmeras de infravermelho, ultrassom, sensores de distância a laser etc - poderiam transmitir informação sobre algo que está em volta ou se aproximando da pessoa no mundo real a um estimulador direto do cérebro que dê a essa pessoa a informação necessária para orientar suas ações.

"A tecnologia não está lá ainda - a ferramenta que usamos para estimular o cérebro é um equipamento volumoso que você não conseguiria carregar com você," disse Andrea Stocco, coautor do trabalho. "Mas eventualmente poderemos substituir o hardware por algo que seja passível de aplicações no mundo real."
"Nós estamos essencialmente tentando dar aos seres humanos um sexto sentido," complementou Darby Losey, principal responsável pelo projeto. "A maior parte do esforço neste campo de engenharia neural tem-se concentrado na decodificação de informações do cérebro. Nós estamos interessados em como você pode codificar informações para o cérebro."

Fonte: Inovação Tecnológica

Robôs-cobra para ajudar astronautas e construir base na Lua

Em vez de movimentar milhões de toneladas de regolito - o solo lunar - para recobrir as bases lunares, pode ser mais fácil construir dentro de túneis de lava.[Imagem: ESA]
Base subterrânea na Lua
A pedido da Agência Espacial Europeia (ESA), engenheiros noruegueses estão investigando como robôs que imitem cobras e minhocas podem realizar trabalhos de manutenção na Estação Espacial Internacional (ISS), estudar cometas ou explorar a possibilidade de que os humanos possam viver e trabalhar em túneis de lava na Lua.

A ESA acredita que o próximo grande passo da humanidade pode ser um projeto global conjunto destinado a estabelecer um assentamento na Lua - a tão sonhada base lunar. Uma base poderia dar o pontapé inicial para a ocupação permanente da Lua, com vistas a atividades científicas, turismo ou mineração.

E o lugar mais promissor para construir uma base lunar são os tubos de lava, verdadeiros túneis onde rocha derretida fluiu no passado.

Além de simplificar a construção e diminuir drasticamente a quantidade de material que deverá ser transportado para o satélite, morar nos tubos de lava significará que os colonos estarão protegidos da exposição prejudicial à radiação cósmica e ao impacto de meteoritos.

Robôs-cobra espaciais
Estes são alguns dos primeiros protótipos de robôs-cobra da equipe - que poderiam também ser usados para desatolar outros robôs na Lua ou em Marte. [Imagem: Sintef]
Antes de começar a construção, porém, os túneis precisam ser inspecionados para garantir que é possível que as pessoas vivam e trabalhem neles. Por exemplo, os tubos de lava podem aprofundar-se verticalmente a partir da superfície. Então, mesmo a força da gravidade sendo bem fraca na Lua, como será possível facilitar o acesso e a mobilidade por essas casas espaciais subterrâneas?

A ESA também está interessada em estudar cometas, aprofundando o que se aprendeu recentemente com a ajuda da sonda Rosetta. Como os dados indicaram que, em vez de serem bolas de gelo sujo, como os cientistas acreditavam, esses corpos são bem secos, mas de pouca densidade, pode ser fácil encontrar caminhos para suas entranhas, revelando mais sobre sua origem e a formação do próprio Sistema Solar.
É aí que os robôs-cobra têm um papel a desempenhar. Mesmo missões não-tripuladas podem liberar esses robôs na superfície. Os dados gerados pelo trabalho exploratório seriam transmitidos à nave-mãe que os levou, que retransmitiria tudo à Terra para o planejamento de missões mais avançadas.

Robôs na ISS
Três robôs do projeto Spheres voando em formação dentro da ISS - a ideia é que eles voem do lado de fora, para inspecionar a Estação Espacial. [Imagem: NASA/ISS]
Mas, a curto prazo, o maior interesse está nos robôs-cobra capazes de prestar serviços na ISS.
"Aplicações mais ambiciosas incluem atividades nos cometas e na Lua," confirma Aksel Transeth, diretor do projeto. "Mas, neste momento, os projetos mais realistas focam em como os robôs-cobra podem ajudar os astronautas da ISS a manter seus equipamentos."

A tarefa principal dos astronautas na Estação hoje é a realização de experimentos, mas eles também precisam inspecionar e manter todo o equipamento necessário para manter a ISS funcionando e em segurança. Qualquer coisa que lhes poupe tempo na agenda vale seu peso em ouro.

"É possível que um robô possa realizar grande parte do trabalho rotineiro de inspeção e manutenção," disse Transeth. "Os experimentos são empilhados em seções em prateleiras, por trás dos quais pode ocorrer corrosão. Para checar isto são feitas inspeções. Um robô-cobra poderia rastejar atrás das seções, realizar uma inspeção e talvez até mesmo realizar pequenas tarefas de manutenção."

Antes disso, um drone chamado Astrobee - do projeto Spheres, da NASA - deverá voar ao redor da ISS para fazer inspeções externas. Os engenheiros acreditam que poderão aprender muito com o Astrobee porque algumas de suas tecnologias serão semelhantes às que podem ser aplicadas nos robôs-cobra.
A expectativa é que o Astrobee voe no espaço em 2017, e os primeiros protótipos de robôs-cobra espaciais estejam prontos para testes em três anos.

Fonte: Inovação Tecnológica

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Um corpo cósmico gigante e misterioso foi descoberto, há 33 anos


Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado VINDO desde a direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). solnegro

 Como cantava Cássia Eller em sua música O SEGUNDO SOL: “Quando o segundo sol chegar Para realinhar as órbitas dos planetas Derrubando com assombro exemplar O que os astrônomos diriam Se tratar de um outro cometa… Seu telefone irá tocar Em sua nova casa Que abriga agora a trilha Incluída nessa minha conversão Eu só queria te contar Que eu fui lá fora E vi dois sóis num dia E a vida que ardia sem explicação Explicação, não tem explicação Explicação, não Não tem explicação …”

Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se é um planeta, um cometa gigante, uma “proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em pó que nenhum luz é lançada por suas estrelas, pois nunca consegue passar. “Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, declarou o Dr. Gerry Neugebauer, cientista-chefe do satélite astronômico infravermelho dos EUA (IRAS-Infrared Astronomical Satellite) do JPL-Jet Propulsion Laboratory da Califórnia e diretor do Observatório Palomar do Instituto de Tecnologia da Califórnia-Caltech, em uma entrevista.



 O Satélite Astronômico Infravermelho ( IRAS ) foi o primeiro observatório baseado no espaço para realizar levantamento de todo o céu no comprimento de onda infravermelho. Lançado em 25 de janeiro de 1983, o telescópio foi um projeto conjunto do Estados Unidos ( NASA ), a Holanda ( NIVR ) e o Reino Unido ( SERC ). Mais de 250.000 fontes de infravermelhos foram observados em comprimentos de onda de 12, 25, 60 e 100 micrômetros. Ele descobriu cerca de 350.000 fontes, muitas das quais ainda aguardam identificação.

A explicação mais fascinante deste corpo gigante e misterioso, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um gigante gasoso, um planeta tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em cerca de 50 trilhões de milhas. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é um tiro de pedra em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo cósmico mais próximo para a Terra para além do mais externo planeta Plutão. “Se está realmente tão perto, seria uma parte de nosso sistema solar“, disse o Dr. James Houck do Cornell University’s Center For Radio Phisics and Space Research e membro da equipe científica do IRAS. “Se esta tão perto, eu não sei como os cientistas planetários do mundo sequer vão começar a classificá-lo“.

 O corpo misterioso foi visto duas vezes pelo satélite infravermelho enquanto ele esquadrinhava o céu do norte do mês de Janeiro a Novembro, quando o satélite correu para fora do hélio superfrio que permitiu que seu telescópio pudesse ver os corpos mais frios, nos céus.
A segunda observação ocorreu seis meses depois da primeira e sugeriu que o corpo misterioso não se moveu de seu lugar no espaço perto da borda ocidental da constelação de Orion, durante as duas datas de observação. “Isto sugere que não é um cometa porque um cometa não seria tão grande como os que temos observado e um cometa provavelmente se moveria“, disse Houck. “Um planeta poderia ter se movido se estivesse tão perto quanto 50 trilhões de milhas mas ainda poderia ser um planeta mais distante e não ter se movido em seis meses. “

A noticia publicada 32 anos atrás, em 30 de dezembro de 1983, nunca foi desmentida, mas o assunto ‘”SUMIU” e nunca mais se publicou alguma coisa a respeito.
Seja o que for, disse Houck, o corpo misterioso é tão frio que a temperatura não passa de 40 graus acima do “absoluto” zero, que é de -456 graus Fahrenheit (-273,15º Celsius) abaixo de zero. O telescópio a bordo do IRAS é resfriado em tão baixa temperatura e é tão sensível que pode “ver” objetos nos céus, que são apenas 20 graus acima do zero absoluto (-253º C). Quando os cientistas do IRAS primeiro viram o misterioso corpo celeste e calcularam que ele poderia estar tão perto quanto 50 trilhões de milhas, houve alguma especulação de que ele poderia estar se movendo em direção à Terra. “(O objeto) Não é uma entrega do correio”, disse Neugebauer do Cal Tech. “Eu quero apagar essa idéia com tanta água fria que eu puder. ” Então, o que é esse objeto? E se é tão grande como Júpiter e tão perto do sol que seria parte do nosso sistema solar? É concebível, poderia ser o 10º planeta que os astrônomos têm procurado em vão.

 Ele também pode ser uma estrela semelhante a Júpiter que começou a tornar-se uma estrela há milhares de anos, mas nunca ficou quente o suficiente como o sol para se tornar uma estrela. Enquanto eles não podem contestar essa noção, Neugebauer e Houck estão tão atormentados por isso que eles não querem aceitar. A “esperança” de Neugebauer e Houck é que o corpo misterioso seja uma distante galáxia ou tão jovem que suas estrelas não começaram a brilhar ou então cercada por poeira que sua luz das estrelas não pode penetrar na mortalha.
Abaixo a tradução da notícia acima: Por Thomas O’Toole, The Washington Post, da equipe de redação – sexta-feira 30 dezembro, 1983; Página A1. “Um corpo celeste possivelmente tão grande como o gigantesco planeta Júpiter e, possivelmente, tão perto da Terra que seria parte deste sistema solar foi encontrado na direção da Constelação de Órion por um telescópio em órbita a bordo do satélite astronômico infravermelho dos EUA (Infrared Astronomical Satellite-IRAS). Tão misterioso é o objeto que os astrônomos não sabem se ele é um planeta, um cometa gigante, uma ”proto-estrela” próxima que nunca ficou quente o suficiente para se tornar uma estrela, uma galáxia distante tão jovem que ainda está em processo de formação de suas primeiras estrelas ou uma galáxia tão envolta em poeira que nenhuma das suas estrelas ainda é visível. “Tudo o que posso dizer é que não sabemos o que é”, disse em uma entrevista, o Dr. Gerry Neugebauer, o cientista chefe do IRAS para o JPL-Laboratório de Propulsão a Jato da Califórnia e diretor do Observatório Monte Palomar, do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a explicação mais fascinante deste misterioso corpo, que é tão frio que não lança luz e nunca foi visto por telescópios ópticos na Terra ou no espaço, é que ele é um planeta gigante gasoso tão grande como Júpiter e tão perto da Terra em 50 trilhões de quilômetros. Embora isso possa parecer uma grande distância em termos terrestres, é uma curta distância em termos cosmológicos, tão perto, de fato, que seria o corpo celeste mais próximo da Terra além do mais externo planeta Plutão. ”Se ele esta realmente tão perto, seria uma parte do nosso sistema solar,” disse o Dr. James Houck do Centro de Rádio Física da Universidade Cornell.

“Eu acredito que é uma dessas, jovens galáxias escuras que nunca foram capazes de ser observadas antes“, disse Neugebauer. “Se for, então é um grande passo adiante em nossa compreensão do tamanho do universo, como o universo se formou e como ela continua a se formar com o passar do tempo. “ 

 O próximo passo é a identificação do novo corpo misterioso, Neuegebauer declarou, é procurá-lo com os maiores telescópios ópticos do mundo. Já o telescópio de 100 polegadas de diâmetro em Cerro del Tololo, no Chile começou a sua busca e o telescópio no Monte Palomar, de 200 polegadas na Califórnia destinou várias noites no ano que vem (1984) para procurar pelo novo objeto. Se o corpo celeste está perto o suficiente e emitir até mesmo apenas um toque de luz, o telescópio Palomar deve encontrá-lo uma vez que o satélite de infravermelho-IRAS identificou a sua posição.

  • (ITEM 123) 31 de dezembro de 1983, sábado, Edição Final. 
  • (ITEM 127) a distância da Terra de um objeto misterioso no espaço foi informado incorretamente em algumas edições de ontem.
  • Distância, o número correto é 50.000.000.000 (bilhões) de milhas. O Artigo foi traduzido como ele foi originalmente impresso no The Washington Post e pode não incluir correções mais posteriores. 
Vídeo de uma explosão solar, feito pela sonda STEREO da NASA, no dia 28 de novembro de 2013, que revelou a existência de um imenso (à esquerda) objeto já dentro do sistema solar. Poderia ser o novo planeta MALDEK se rematerializando em nosso sistema solar


Fonte: thoth3126

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