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sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Objeto anômalo artificial é fotografado junto a asteroide



Desde o seu lançamento no dia 9 de março de 2003, a sonda espacial japonesa Hayabusa completou vários voos interplanetários, cobrindo um total de 2 bilhões de quilômetros, chegando até um asteroide conhecido como Itokawa, ou mais precisamente, 25143 Itokawa, em 12 de setembro de 2005.

A sonda realizou inúmeras observações científicas do asteroide desde então. No entanto, o surpreendente em relação a esta nova pesquisa é o que foi encontrado nas novas imagens desse corpo espacial. Parece que durante as mais recentes fotos, algo excepcional foi visto, que claramente não se trata de nenhum resíduo espacial normal.  Este objeto misterioso, agora “estacionado” na frente do asteroide, parece muito com um satélite artificial.

O enorme objeto esférico, que mostra três protuberâncias similares a antenas, parece ter pousado na área conhecida como deserto de Woomera. O mais interessante é que ele não estava lá nas fotos anteriores do asteroide.

O Itokawa é um asteroide que passa próximo de Marte e, curiosamente, foi o primeiro asteroide a ser alvo de uma missão de retorno de amostra por uma nação espacial e ainda é o menor asteróide já fotografado. Ele descoberto em 1998 pelo projeto LINEAR, no entanto, em agosto de 2003, foi oficialmente batizado com o nome atual para homenagear Hideo Itokawa, um cientista espacial japonês

O objeto encontrado recentemente em fotos não possui uma formação normal. Ele não só não parece natural, mas também apresenta um desenho simétrico, semelhante aos nossos satélites.
Teria este pequeno asteroide sido escolhido para o primeiro grande programa exploratório, acima de todos os outros asteroides, porque os japoneses sabiam algo mais?
Veja abaixo o vídeo mostrando as intrigantes imagens com o objeto que definitivamente parece ser de origem artificial.

Deixando um pouco de lado o fato desse espantoso objeto ter aparecida nessa foto, o que em si é algo extremamente interessante, quando vejo asteroides como este, de formato um tanto estranho para ser algo natural, lembro dos navios nos mares da Terra, cujos cascos, se não forem limpados constantemente, agregam algo chamado de craca, o que, sem o devido cuidado,pode finalmente tomar conta de toda a área que está em contato com a água, tornando esses cascos irreconhecíveis.

Fonte: OVNIHoje

quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Vídeo perturbador: criatura peluda capturada no Azerbaijão.

A pequena criatura não identificada foi capturado na antiga República Soviética de Azerbaijão . A criatura parece que tem um corpo muito cabeludo, um rosto parecendo de macaco e as mãos humanoides.

A principio, a criatura pode ser vista deitada em uma maneira bastante estranha, olhando ao redor e piscando os olhos vidrados. Em uma parte posterior do vídeo, a criatura aparece andando em torno de um quarto, amarrada a uma espécie de cinta.

Esta criatura estranha poderia ser comparada a um pequeno macaco. A criatura bípede pode ser vista andando sobre duas pernas. Enquanto alguns pessoas vêem esta criatura na mesma categoria que a criatura mítica o "pé grande", a maioria dos espectadores de vídeo têm afirmado que a criatura é simplesmente um macaco deformado.

Mas, no entanto, a criatura foi incluída na investigação de criptozoologia, que normalmente é o estudo da existência ou pesquisas de criaturas cuja existência não catalogada. Estas criaturas podem são, Sasquatch ou o monstro de Loch Ness. 

Em um site, cryptomundo.com, Igor Burtsev Hominología International Center apresentou o vídeo para a internet.

Igor Burstev é um nativo de Moscou, que é considerado um especialista "Yeti". Ele afirmou ter provas recolhidas que há um yeti Russo. Quanto a criatura no vídeo, Burstev diz que a pequena criatura poderia ser um pé grande bebê, um pequeno almasty, ou apenas um macaco em um terno.

Para que a criatura seja confirmada como verdadeira ou falsa, será necessário, muitas pesquisas e evidências. A aparência da criatura parece bastante estranha, mas o vídeo poderia facilmente ter sido encenado com o mínimo esforço. Poderia a criança ser um parente do famoso Big Foot? Ou isso é simplesmente um macaco disfarçado para aparecer como tal?

Assista ao vídeo e de sua opinião:

Fonte: misteriomundial

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Conheça os NINGEN - Criaturas Marinhas "Humanoides" na Antártida!!


ANTÁRTIDA/JAPÃO. Estranhos rumores têm circulado no Japão sobre a existência de gigantescas formas de vida humanoides habitando as águas geladas da Antártida.

É um fato conhecido que neste tempo de pós-modernidade em que tudo parece já ter sido descoberto neste planeta, as profundezas dos oceanos da Terra escondem mistérios que jamais foram contemplados pelo homem, especialmente, as estranhas formas de vida que ali mantêm seu habitat.

No Japão, já há algum tempo, (desde os anos de 1990) os homens do mar começaram a falar sobre uma forma de vida absolutamente desconhecida: os Ningen.

Em japonês, Ningen significa "humano" e foi assim que os pescadores do Pacífico o apelidaram depois de alguns avistamentos deste ser colossal. Se os pescadores ficaram espantados como tamanho do Ningen, mais ainda surpreenderam-se ao se depararem com sua aparência: uma forma humanoide.

Os Ningens são descritos (e foram fotografados) como sendo de cor branca e seu comprimento é estimado entre 20 metros. As testemunhas reconhecem neste ser uma semelhança com a forma humana, posto que, em seu corpo, distinguem-se parte que podem ser identificadas como cabeça, tronco e membros (locomotores), semelhantes a pernas e braços e até a morfologia das "mãos" dotadas de cinco dedos.

Alguns perceberam barbatanas e dizem que as "pernas", são, na verdade, uma forma de cauda (o que parece ser exato pelo que se vê nas fotografias). Mas os Ningen também têm traços faciais: olhos e boca humanoides.

Google Maps: uma "piscina Ningen" situada na costa da Namíbia
Os avistamentos acontecem não apenas no Pacífico, mas nas águas dos mares da Antártida e também no Atlântico. Segundo observações, estas criaturas são essencialmente noturnas, embora já tenham sido, muitas vezes, observados em pleno dia. Tudo indica que são habitantes de águas geladas.
Também é curioso que, em meio às numerosas e milenares lendas envolvendo estranhos monstros marinhos, a existência dos Nigen somente começaram a ser comentados muitos recentemente.

Um dos primeiros relatos sobre o Ningen foi registrado em um fórum popular (da internet) japonesa conhecido como Canal 2. A testemunha, anônima, enviou uma postagem na qual dizia que, enquanto trabalhava em uma equipe de pesca, "um baleeiro de pesquisa do governo" - uma dessas criaturas emergiu das profundezas.

A equipe de pesquisadores reuniu-se no convés para ver o que se passava. Inicialmente, pensaram que a forma emergente poderia ser um submarino estrangeiro. Porém, quando o navio aproximou-se do "objeto", tornou-se evidente que não se tratava de uma máquina mas, uma forma de vida, um gigante que respirava. Este ser, que naquele momento foi considerado uma anomalia biológica, submergiu pouco depois.

NINGEN  ̶  NASCE UMA LENDA
Comenta-se (no Japão) que aquela equipe conseguiu capturar uma série de fotos da "coisa extraordinária" porém, essas imagens teriam sido "censuradas" por autoridades do governo. Acharam que seria embaraçoso associar a atividade de pesquisa da equipe com aquele evento incomum. (Porém, sabe-se que, no Japão, a matança de Baleias para consumo alimentar, muitas vezes foi disfarçada sob o manto da pesquisa científica).

Porém, uma vez colocada na rede, na Internet, a informação espalhou-se, ganhou o mundo e assim nasceu um genuíno fenômeno cultural: verdade ou mentira? Em novembro de 2007, a história e algumas fotos apareceram em uma revista japonesa a, a "Mu". A revista "Mu" tem uma linha temática editorial semelhante à da revista Fate. Dedica-se, portanto, a noticiar em seus artigos o registro de fatos paranormais, incomuns, insólitos.

O artigo sobre o Nigen foi um sucesso. O autor do texto especulava que essas criaturas desconhecidas tinham se originado nas águas geladas dos mares do Sul. Mu ainda exibia uma imagem do Google Maps que era algo como uma "piscina Ningen" situada ao largo da costa da Namíbia. Nascia, assim, "oficialmente", a lenda do Nigen.

Pouco depois da publicação do artigo da revista Mu começaram a aparecer numerosos relatos sobre o Ningen. E, ainda, fotos e vídeos. Todo esse material não foi considerado pelos cientistas como provas definitivas da existência deste monstro marinho.Porém, muitos acreditam que os Ningen são, de fato, uma monstruosidade revelada e que o governo japonês, discretamente, está investigando o assunto e acumulando evidências da "verdade Ningen".

Uma das teorias mais aceitas sobre os Ningens é que eles poderiam ser uma espécie não classificada de arraia. As arraias, de fato, têm narinas e boca que podem ser associadas com a ideia de um "rosto".

Na verdade, as arraias podem ter uma aparência tão humanoide que, muitas vezes, são confundidos e vendidos como demônios ou extraterrestres. Há séculos, os pescadores japoneses conhecem este folclore. Então, os Ningens poderiam ser, simplesmente, um tipo desconhecido de arraia albino.

É possível que essa condição, o albinismo, seja  uma adaptação da espécie que lhe permite camuflar-se passando desapercebido,de possíveis predadores, em meio aos icebergs e fragmentos de plataformas de gelo, que são abundantes em seu habitat.

Os especialistas acreditam que a ciência conhece apenas 20% das criaturas que vivem nos Oceanos do mundo. Por isso, consideram muito provável que apareçam, eventualmente, animais que ninguém jamais viu. Especialmente nos mares gelados, onde a presença humana é mais rara. Sendo assim, não constitui algo extraordinário que a Humanidade venha a deparar-se, eventualmente, com seres vivos que parecem ter saído de uma crônica mitológica. 

O quê realmente surpreende os humanos é deparar-se com seres "humanoides", seres que fazem-nos lembrar de sua própria forma física, de suas próprias feições ou ainda, como tem ocorrido mais recentemente, com animais de demonstram inteligência, memória, sensibilidade ou mesmo faculdades sensoriais e comunicacionais jamais percebidas antes pelos estudiosos, como os macacos, os golfinhos e, ainda, cães e gatos, por exemplo.

Isso espanta o Homem e ao mesmo tempo o amedronta porque vai se tornando cada vez mais difícil enfrentar a realidade de que os animais não são os seres inferiores, à serviço da espécie humana, disponíveis para todo tipo de abuso, seja como bestas de carga, seja como alimento ou mesmo como uma coisa, um brinquedo, um objeto de lazer, uma coisa que serve para preencher o vazio existencial ou a falta de sentido na vida de muitas pessoas, que o caso dos "animais de estimação" (atualmente, muito presentes nas manchetes dos jornais como vítimas de violência dos "animais racionais").
Significa que, ao longo de milênios, é muito possível que o despotismo humano, sua indiferença e mesmo crueldade com os animais tenha sido e ainda seja algo se revela como uma contínua e vergonhosa prática de atos verdadeiramente criminosos.

E não foi por falta de aviso. Há mais de dois mil anos, Sidarta Gauthama, o príncipe que abandonou seu reino para se tornar o Iluminado, o Buda Sakyamuni, já advertia seus discípulos sobre o erro de desrespeitar a Vida como um todo; o erro de agredir, matar e/ou escravizar qualquer criatura. Meditemos.

 Fonte: ovniday

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O que faz o MEL ser tão saudável, ‘eterno’ e não estragar?

O que faz o mel ser ‘eterno’ e não estragar?
A imagem é de uma pintura rupestre, talvez a mais famosa, que se encontra nas paredes de cavernas de Araña em Valência, na Espanha. Ela mostra uma pessoa pendurada em uma espécie de cipó, se esticando para alcançar uma colmeia e coletar mel de uma colmeia de abelhas silvestres.

Estima-se que foi pintada há cerca de 8 mil anos, prova de que, ao menos desde então, nós nos arriscamos para conseguir essa delícia que as abelhas produzem com a ajuda das flores.
O sabor do mel, a segunda coisa mais doce que se encontra na natureza depois das tâmaras, encanta o ser humano desde que ele passou a ficar na posição ereta.

E o mais assustador é que, se o autor dessa pintura oito milênios atrás tivesse deixado um pote de mel no mesmo lugar, é muito provável que ele ainda estivesse bom para comer – no caso, o professor Jaime Garí Poch, que descobriu as cavernas onde estava a pintura no início do século 20, teria sido o agraciado com o pote.
Mas o que tem no mel para que se mantenha fresco por tanto tempo?

Encontrado em toda parte

Ao longo da história, a humanidade já se alimentou, se banhou e até se tratou com mel.
Em uma tábua de argila de Nippur, o centro religioso dos sumérios no Vale do rio Eufrates, que data aproximadamente do ano 2000 a.C., há uma receita escrita para cuidar de machucados desta forma: “Moer até que a areia do rio vire pó (faltam algumas palavras) e amassar com água e mel, azeite puro e óleo de cedro e colocar quente sobre a ferida”.


No Antigo Testamento, a terra de Israel é chamada “terra que corre leite e mel”. Depois, no Novo Testamento, conta-se que João Batista comia lagostas com mel silvestre.
O grande guerreiro cartaginês Aníbal deu ao seu exército mel e vinagre quando cruzaram os Alpes em elefantes para lutar contra Roma.
Para a medicina chinesa, o mel tem uma característica equilibrada (não é yin nem yang) e atua de acordo com os princípios do elemento Terra, entrando no pulmão, no baço e nos canais intestinais, segundo textos antigos.
Durante a dinastia Zhou Oriental (770-256 a.C.), um dos manjares reservados para a realeza era uma mistura de mel com larvas de abelha. Nas Poesias de Chu, uma antologia antiga (século 11 a.C-223 a.C.), se fala de vinho e mel.

E, no antigo Egito, os faraós partiam para outro mundo carregados de mel. Arqueólogos modernos encontraram uma vez ou outra nas antigas tumbas egípcias vasilhas de mel de milhares de anos que estavam perfeitamente conservadas.

São poucos os alimentos que sobrevivem com o passar do tempo. As batatas dessecadas dos incas são um exemplo, mas, diferentemente do mel, elas foram processadas. Se você encontra sal ou arroz seco em uma tumba antiga, no meio do nada, é provável que você consiga utilizá-los para preparar um prato sem problemas.


Desenho antigo em caverna na Espanha mostra um homem pendurado em um cipó e alcançando uma colmeia para coletar mel de abelhas selvagens.
Mas a diferença está aí: você precisará preparar algo. O mel guardado de maneira apropriada dura por um tempo indefinido, e, se você encontra um pote em uma tumba no meio do nada, supostamente pode se lambuzar com ele.

Como é possível?

A “magia” acontece por uma série de fatores que operam na mais perfeita harmonia e em equilíbrio. O mel é um açúcar, e os açúcares são higroscópicos. Isso significa que eles têm pouca água, mas podem absorver a umidade se expostos a ela.
São raros os micro organismos que podem sobreviver em um ambiente assim. Para que algo estrague, é preciso haver algo que gere esse processo – mas o mel é um “hospedeiro” ruim para eles, então, os micro organismos costumam se manter longe dele. Ao mesmo tempo, o mel é extremamente ácido. Seu pH fica entre 3 e 4,5 (7 seria neutro), e essa acidez mata micro organismos.


Quando as abelhas fazem o mel, elas coletam com o néctar das flores e, depois, o regurgitam no favo. Ao fazer isso, há uma mistura com uma enzima que elas têm no seu estômago, a glicose oxidase.
O néctar se decompõe em ácido glucônico e peróxido de hidrogênio, a famosa água oxigenada, muitas vezes usada para limpar feridas por matar bactérias e que protege o mel de coisas que queiram “crescer” nele.

Assim, esse “tesouro dourado” é eterno por ser extremamente doce e ácido, o que impede que qualquer bicho sobreviva – além disso, tem um poderoso Antisséptico  natural.

Fonte: Thoth3126

UFOs gigantes ‘proliferam’ nos anéis de Saturno afirma cientista da NASA

Norman Bergun, um engenheiro mecânico do centro Ames Research Center da NASA, faz de novo as manchetes com seu argumento, de acordo com o qual a vida extraterrestre existe no sistema solar. 
Esta não é a primeira vez que este cientista está declarando tais coisas, mas desta vez ele classifica a situação como “crítica” porque os UFOs extraterrestres que existem no nosso sistema solar estão “proliferando” mais rapidamente que nunca.

Ele também afirmou que objetos voadores não identificados (UFOs) que tinham sido registrados pela primeira vez nos anéis de Saturno estão se transferindo para outros planetas que também têm anéis, como Urano e Júpiter. 
“O que já é claro é que estes objetos habitam Saturno, onde foi o primeiro lugar em que eu os encontrei, e eles estão proliferando. Podem descobri-los ao redor de Júpiter e Urano. Nos lugares onde existem anéis”, explicou Bergrun.

O cientista acrescentou que a observação dos anéis mostrou o escapamento emitido por uma nave extraterrestre e que a situação é “critica” porque grandes aeronaves espaciais estão se multiplicado no nosso sistema solar. Segundo o pesquisador, os alienígenas estão se alimentando dos anéis, utilizando energia para proliferar e propulsar suas imensas espaçonaves. 
Bergun é um dos cientistas mais respeitados da NASA. Além disso, ele tinha participado dos projetos secretos enquanto trabalhava para a empresa Lockheed Martin(n.T. Uma das principais empresas do complexo industrial militar que participa do desenvolvimento do SSP-Secret Space Program)

Sonda da NASA tira fotos de estrutura misteriosa nos anéis de Saturno

Durante sua última aproximação com o planeta, sonda Cassini tirou fotografias de objetos extremamente grandes dentro de um anel exterior de Saturno, informa a NASA. 
Segundo astrônomos da NASA, os anéis de Saturno surgiram devido à “destruição do embrião” de outro planeta nos primeiros dias de existência do Sistema Solar. Como estava muito próximo do planeta gigante, ele foi puxado pelas forças de afluência e desmembrado em “migalhas”. Os fragmentos mais densos foram “comidos” por Saturno e pelo seu satélite Titã, as partes restantes formaram os anéis.
Sonda da NASA, Cassini, tira fotos de estrutura misteriosa nos anéis de Saturno
A sonda da NASA Cassini realiza hoje (27) seu décimo terceiro mergulho pelos anéis do planeta gigante, fotografa de perto o anel F a 8,7 mil quilômetros de distância. Ao mesmo tempo, a sonda irá medir a temperatura da superfície de Encélado — lua de Saturno, onde existe possibilidade de existência de vida no oceano sob a camada de gelo do satélite. Além disso, a sonda buscará traços de outro satélite do planeta gigante, Dione, e irá medir a força do campo magnético dentro dos anéis.
Durante o mergulho anterior nos anéis de Saturno, cujas fotos foram recentemente publicadas pela NASA, a Cassini aproximou-se do anel F a 8,7 mil quilômetros de distância e tirou fotos de duas estruturas estranhas que “misturam” pó no anel. Esses objetos, segundo os cientistas, foram descobertos pela sonda Cassini ainda no ano passado, durante um dos primeiros voos de saída para órbita polar. Todavia, as estruturas não foram batizadas oficialmente, mas astrônomos as chamam de F16QA e F16QB.
Bergun é um dos cientistas mais respeitados da NASA. Além disso, ele participou dos projetos secretos enquanto trabalhava para a empresa Lockheed Martin, (n.T. Uma das principais empresas do complexo industrial militar que participa do desenvolvimento do SSP-Secret Space Program

Conforme os cientistas, os dois objetos seriam fragmentos de asteroides ou outros objetos pedregosos de algumas centenas de metros de diâmetro. Objetos semelhantes já teriam penetrado nos anéis de Saturno, no entanto, deixaram-nos rapidamente ou destruíram-se devido à gravidade das luas do planeta gigante, localizadas dentro dos anéis ou perto deles.
Se os F16QA e F16QB conseguirem sobreviver ao encontro com a lua Prometeu, poderão completamente mudar aspecto do anel F, cobrindo-o com desenho complicado de “fluxos” de pó que serão entrelaçados uns aos outros devido à interação gravitacional com esses objetos.

O próximo voo da sonda Cassini aos anéis de Saturno está marcado para o início de março. No âmbito dessa aproximação, a sonda irá medir a concentração de hidrogênio e hélio na atmosfera de Saturno e examinar a composição química das suas camadas altas e tirar fotografias de alta qualidade “noturnas” dos anéis.

Espera-se presenciar colisão de meteoritos pequenos com matéria dos anéis. Além disso, a sonda da NASA irá tirar fotos mais detalhadas de Pã, o satélite “regente” de um dos anéis de Saturno, aproximando-se dele a 25 mil quilômetros de distância. 


Fonte: Thoth3126

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Rússia confirma existência de arma que transforma pessoas em zumbis

A Confirmação veio do presidente do país, Vladimir Putin. Arma futurista atinge o sistema nervoso central das vítimas.
Você acredita em zumbis? Não? Então prepare-se para a notícia a seguir: de acordo com o jornal Herald Sun, a Rússia estaria testando uma arma psicotrônica capaz de controlar a mente das pessoas.

A afirmação foi feita pelo próprio presidente do país, Vladimir Putin.

A arma futurista, que atinge o sistema nervoso central das vítimas, está sendo desenvolvida por cientistas e poderá ser usada contra nações inimigas e até mesmo dissidentes políticos que enfrentam o atual governo.

Putin descreveu a arma como um instrumento novo que pode servir para atingir objetivos políticos e estratégicos. Até mesmo alguns detalhes da "controladora de mente" foram divulgados. O que se sabe é que ela, por exemplo, dispara uma radiação eletromagnética de maneira semelhante aos fornos de micro-ondas, causando um grande desconforto em suas vítimas.

O ministro da defesa Anatoly Serdyukov disse que, em testes recentes, a arma foi usada para dispersar multidões. De acordo com relatos, a pessoa que recebeu a radiação da arma sentiu que a temperatura do corpo aumentou rapidamente. Apesar de alguns segredos de funcionamento não terem sido divulgados, o jornal alega saber do fato de que ondas de baixa frequência podem afetar células do cérebro, alterar o estado psicológico e até mesmo transmitir sugestões e comandos para o pensamento de alguém, como se fosse telepatia.

Apesar dessa ser uma noticia antiga vale a pena ficar sabendo, contudo saiba que os russos andaram pesquisando armas de destruição do DNA e controle mente nos anos 70 e foram chamadas de armas ESCALARES, mas essa historia irei postar aqui com o tempo.

Fonte: olhardigital

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Facebook "mata" inteligência artificial que tinha criado linguagem própria.



A tecnologia está indo longe demais? Esta é a pergunta que os investigadores do departamento de Inteligência Artificial do Facebook devem estar fazendo. Os "bots" usados para falar com utilizadores criaram uma linguagem própria e o projeto foi mesmo cancelado.

Através de um algoritmo próprio, dois "bots", "Bob" e "Alice", foram deixados conversando livremente com o objetivo de melhorar as suas capacidades. De acordo com o portal "The Next Web", os robôs começaram a desviar-se do assunto criado pelos investigadores, comunicando de uma forma totalmente nova.
LINGUAGEM PRÓPRIA QUE A TECNOLOGIA TINHA CRIADO.
Apesar de o resultado ser uma linguagem imperceptível, dá a entender aos responsáveis pelo projeto que os elementos de inteligência artificial têm a possibilidade de se desviar das ordens dadas pelos humanos. É que, segundo o portal de tecnologia "Gizmodo", o objetivo do estudo passava por melhorar a capacidade de negociação dos "bots" com humanos, mas a verdade é que os robôs conseguiram desenvolver uma comunicação própria.

Mesmo ao nível da capacidade de negociação, que sempre foi o objetivo principal do projeto, há registros que surpreenderam os responsáveis do Facebook. Depois de aprenderem a negociar os dois "bots" começaram mesmo a fazer bluff, fingindo interesse num determinado objeto para conseguir o que realmente pretendiam.

A rápida evolução determinou fim do projeto. Os avanços, que à primeira vista poderiam ser compreendidos com algo positivo, deixaram os responsáveis pelo projeto alarmados.

O problema é que os resultados demonstram que quando um sistema de inteligência artificial cria uma linguagem própria, mais difícil de compreender por parte dos humanos, torna-se mais complicado o seu desenvolvimento e adoção.

Basicamente, se a inteligência artificial quiser passar a ser impossível a comunicarmos com ela, já que o programador perde o controle do objeto criado. Assim, o Facebook decidiu apagar este mesmo sistema antes de perder o controle total. O próprio Google foi obrigado a fazer o mesmo num teste semelhante.

Em 2016, o Facebook abriu o "Messenger" a quem quisesse criar "chatbots", para que a experiência entre clientes e consumidores fosse mais direta e rápida. Em Portugal, o El Corte Inglés e a L"Óreal, são das empresas mais ativas a este nível.

Fonte: cbsi

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