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quarta-feira, 24 de maio de 2017

Os monólitos de Marte e de Fobos ainda não foram completamente explicados pela ciência


Enormes monólitos foram descobertos em corpos celestes dentro do nosso sistema solar, e os cientistas não são capazes de interpretar seus significados e origens. Poderiam estes monólitos serem artefatos que sobreviveram de uma civilização marciana da antiguidade?

Mais e mais características anormais no sistema solar estão sendo trazidas à luz pelos entusiastas e caçadores de anomalias, alimentando a ideia de que antigas civilizações que costumavam habitar a Terra e outros corpos celestes em sua vizinhança muito antes dos humanos aparecerem, ou antes da nossa memória universal ter sido apagada.

Porém, há muita evidência para apoiar as alegações citadas acima, embora a ciência de tendência predominante não esteja inclinada a considerar isto como prova. Pelo menos não ainda.

Entre as peças mais peculiares está o monólito da superfície marciana fotografado pela câmera HiRISE a bordo da sonda Mars Reconnaissance Orbiter, de 300 km de altitude.

O monólito de Marte (Credito: Mars Global Surveyor/NASA)

O objeto intrigante é projetado para fora da superfície do Planeta Vermelho, e parece ser perfeitamente retangular, em posição ereta e medindo aproximadamente 5 metros de largura.

O bloco de pedra possui uma semelhança marcante aos monólitos plantados na Terra e na lua por alienígenas no filme de ficção científica “2001: Uma Odisseia no Espaço”.  Ele é sem dúvida uma peça intrigante que lembra uma civilização marciana antiga evoluída o suficiente para transformar a superfície de seu planeta. Mas por que os cientistas não concordam com esta hipótese, e por que o baixo interesse quanto a isto?

Sua explicação mais convincente foi a de que o suposto monólito havia se quebrado do leito da rocha e tombou numa rachadura, até adquirir seu formato retangular. É verdade que o monólito em Marte está localizado no fundo de um abismo, mas seria esta teoria suficiente para provar seu formato perfeito?


Yisrael Spinoza, um porta-voz para o departamento HiRISE, disse:
Seria insensato se referir a ele como um ‘monólito’ ou ‘estrutura’ porque isso implicaria em algo artificial, como se tivesse sido colocado lá por alguém, por exemplo. Na realidade é mais provável que esta rocha tenha sido criada ao se quebrar do leito de rocha, para criar uma característica de formato retangular.
A localização do monólito, no fundo de um penhasco é o álibi perfeito para os cientistas defenderem seus pontos de vistas. Eles dizem que se a teoria alienígena fosse correta, eles [os ETs] teriam colocado o suposto monólito numa área completamente diferente, com menos obstáculos.

Porém, já que nenhum terráqueo colocou seus pés em Marte ainda, e já que todas as informações que recebemos vem de fontes altamente autoritárias, renomadas por revelarem somente o lado conveniente da moeda, se torna difícil obter uma compreensão precisa das coisas.

Por sorte, um pequeno corpo celeste, com o raio de aproximadamente 11 quilômetros, contém um outro monólito intrigante, desta vez numa área sem nenhum impedimento ao redor.

Fobos é uma das duas luas que orbitam Marte, a outra sendo Demos, sua irmã menor. Fobos tem um formato irregular, fazendo-a parecer como um asteroide que caiu nas garras gravitacionais de Marte há muito tempo; mas devido às suas características anormais, os entusiastas tem apresentado a ideia de que Fobos seja uma estrutura artificial, provavelmente usada por uma antiga civilização marciana como sua nave espacial.

Os cientista não foram capazes de determinar como as duas luas de Marte chegaram lá, e não têm a mínima ideia sobre o intrigante monólito em Fobos. Porém, o que é certo é o interesse expressado pela NASA para enviar uma sonda não tripulada até este pequena lua, próxima do monólito.  Eles não falam das possíveis implicações alienígenas, mas sim do benefício científico que isto possa trazer para uma missão tripulada futura até Marte.
O monólito de Fobos (Credito: Mars Global Surveyor/NASA)

Entre aqueles tentando aumentar a consciência da humanidade sobre estes artefatos espaciais está Buzz Aldrin, o segundo homem a pisar na Lua. Ele é um defensor da exploração espacial e parece ter noções definidas do que foi encontrado tanto em Marte quanto em Fobos.
Deveríamos ir audaciosamente aonde nenhum homem foi antes. Voar pelos cometas, visitar asteroides, visitar a lua de Marte. Há um monólito lá, uma estrutura muito anômala neste pequeno objeto com o formato de batata, que gira em torno de Marte uma vez em cada 7 horas. – Buzz Aldrin
Quando as pessoas descobrirem sobre isto, elas irão dizer, ‘Quem colocou aquilo lá? Quem colocou aquilo lá?’
O monólito em Fobos é verdadeiramente uma anomalia que não pode ser desbancada com facilidade. Ele se estende por aproximadamente 90 metros do nível do solo, e está localizado numa região desolada de Fobos, tornando sua origem ainda mais questionável.

O objeto poderia estar relacionado ao outro objeto encontrado em Marte. Ambos insinuam uma possível civilização marciana avançada que, num passado distante, conseguiu incorporar sua lua em sua expansão planetária.


A suposição mais provável é que os monólitos foram usados para enviar informações, mas outra hipótese mais ousada fala a respeito de seus papéis em abrir fendas temporárias no espaço e tempo.

Ninguém pode provar ou refutar as alegações acima, porque não estivemos lá para analisar completamente os artefatos. Todas as hipóteses permanecem viáveis por agora. Mas, o futuro está lentamente transformando nossa realidade de maneira que nunca ousamos imaginar antes…

Já que cenários de ficção científica estão ganhando terreno, é possível que os monólitos de Marte e Fotos sejam o exercício imaginativo perfeito para que um dia possam ser considerados como realidade. Afinal, não há ciência sem a ficção.

Fonte: OVNIHoje

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